terça-feira, 5 de julho de 2016

Dica de Livro: Livro C. H. Spurgeon | Milagres e Parábolas De Nosso Senhor



Spurgeon, Charles Haddon, considerado o príncipe dos pregadores, batista reformado, tem uma extensa e aclamada bibliografia, feita no século 19, com um extraordinário talento para exposições bíblicas e uma pregação reconhecida por muitos, seja pelo seu modo expressivo como por simplicidade, como dizer, pela intimidade com que falava, sem complicações ou desvios. Seus sermões, que chegaram ao número de 3653 escritos, eram publicados e impressos ao milhares, e vendidos como era comum na época, eram publicados nos Estados Unidos, e chegavam a 9 línguas diferentes. O autor além disso escreveu vários livros, treinava jovens para a obra evangelística e pastoreado e muitas outras atividades sociais.
Este é um volume para língua portuguesa dos sermões de Spurgeon sobre a obra e os milagres e parábolas do Senhor Jesus Cristo, passagens grandemente expostas, o autor expõe com o coração e com a alma a soberania do Salvador Jesus Cristo, neste caso, com 173 escritos selecionados, obras objetivas e claras sobre a proclamação do evangelho de Cristo, palavra corajosas e motivadoras, voltadas sempre para a exposição da verdadeira fé salvadora pelo Espírito Santo.
“Aquele cego mendigo, aliás, poderia ter dito como desculpa: ‘preciso me dedicar à minha ocupação’. Ora, sua ocupação, seu trabalho, ganha-pão, era mendigar, e, embora Jesus Cristo estivesse passando por ali, ele poderia muito bem alegar: ‘Não tenho tempo para prestar atenção nesse profeta, seja ele quem for. Falam muito bem dele, sua pregação deve ser muito boa, mas eu tenho é de me concentrar em mendigar, senão, quando e chegar em casa, haverá bem poucas moedas no meu prato de esmola; de fato, não posso dispor do meu precioso tempo para prestar atenção esse senhor’. É isso também que muitos têm dito: ‘Olhe, meu trabalho me toma muito do meu precioso tempo. Tenho de labutar desde a manhã cedinho, antes até de o sol se levantar, até bem tarde da noite, quando estou cansado demais para ler as escrituras ou orar’”. (Sermão nº 99; p.936)

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